Passo abaixo perguntas de um cliente, com as minhas respectivas respostas. Creio ser de interesse de muitos.
Gilberto desculpe incomoda-lo, mas gostaria de contar com a sua ajuda para um esclarecimento.
Pode ser algo simples para o qual não estou me atentando.
Para os equipamentos, quando definimos o critério de aceitação com base na tolerância, tenho aplicado o calculo grosseiro, ou seja, aplicando o fato divisório 3.
A primeira pergunta
De onde surgiu esse fator 3 ? Assim como pode ser aplicado o 5, 10 (este mais seguro) também. Convém usar o fator 10 para todos os equipamentos de laboratórios de ensaio?
R1) Sempre que possível vc deve tentar usar a relação 1:10. Por que isso? A idéia é garantir que a influência do instrumento sobre a aprovação de um produto ou processo seja a menor possível. Sempre corremos o risco de aprovar um produto ruim e reprovar um produto bom por causa da incerteza e dos erros de medição. Quando tomamos a relação incerteza x tolerância de 1:10 esse risco diminui mais ainda será possível aprovar um produto ruim e reprovar um produto bom. Essa relação é a que melhor custo benefício tráz para a empresa. Uma relação do tipo 1:15 pode ser muito caro, pois o equipamento de medição passa a ser caro demais.
A segunda pergunta
Já que se aplica um terço da tolerância como critério de aceitação, toda vez que se compara aos valores citados nos certificados de calibração, o erro somada a incerteza, supera o critério de aceitação, assim, todos os certificados estariam não-conformes. Minha dúvida é se estou esquecendo de algo nessa avaliação, porque a principio tudo que recebo não esta de acordo.
R2) Você está fazendo a análise correta, embora com risco bem grande pois usa a relação 1:3. Se todos os certificados estão não conformes pode haver duas situações:
1) os instrumentos já não foram adequadamente selecionados, ou seja, usaram algum critério não adequado para selecionar o instrumento ou nenhum critério foi usado.
2) o fornecedor de calibração não é adequado pois consegue incertezas na calibração muito altas ou não ajusta os instrumentos para reduzir os erros de medição.
A terceira pergunta
Quando nos deparamos com erros citados nos certificados, o recomendado é corrigir todas as leituras e então registrar nos formulários ou seria seguro dizer que os erros estão na faixa de erro. Exemplo, se monitoro algo entre 20 e 25 graus Celsius e esta faixa cobrir os erros apresentados nos certificados, poderia manter ou devo corrigir?
R3) Não ficou muito claro para mim a questão, mas vou responder. Você sempre tem que ter os registros das medições pois elas são as evidências que o valor medido realmente caiu dentro do intervalo. Vc deve corrigir erros quando estes são significativos na sua medição e deve evidenciar na sua planilha quais os valores não estão corrigidos e quais os valores após a correção. Assim fica bem claro que você corrige erros.
terça-feira, 27 de outubro de 2009
quinta-feira, 15 de outubro de 2009
Influência da Aceleração da Gravidade em Competições Esportivas
Entre os numerosos erros que afetam as medidas no campo do esporte, aquele que é mais freqüentemente cometido e que, no entanto, poderia ser mais facilmente corrigido está relacionado com a variação da aceleração da gravidade.
Sabe-se que o alcance de um arremesso, ou de um salto a distância, é inversamente proporcional ao valor de “g”. A aceleração da gravidade “g” varia de um local para outro da Terra, dependendo da latitude e da altitude do local. Então, um atleta que arremessar um dardo, por exemplo, em uma cidade onde o valor de “g” é relativamente pequeno (grandes altitudes e pequenas latitudes) será beneficiado.
Quando um atleta arremessa um dardo, um peso, um disco ou mesmo seu próprio corpo (saltos em altura ou em distância, esses objetos descrevem praticamente trajetórias parabólicas, características do movimento de um projétil. O alcance que o atleta obtém em qualquer um desses lançamentos, é inversamente proporcional ao valor da aceleração da gravidade. Portanto, como era de esperar, em um local onde o valor de “g” é mais elevado, o alcance é menor e reciprocamente.
Por esta razão, um atleta que arremessar um dardo, por exemplo, em uma cidade onde o valor de “g” é relativamente "pequeno" (como na Cidade do México), será beneficiado. Cálculos cuidadosos mostram que as variações de “g” de um local para outro podem acarretar diferenças de até 3 cm no alcance de um arremesso de peso. Uma vez que as medições em competições esportivas internacionais são, atualmente, realizadas com baixa incerteza de medição, uma diferença como a citada pode levar um atleta a receber, injustamente, um título de recordista mundial. Embora as correções necessárias para evitar esse problema possam ser feitas com facilidade, ao que tudo indica elas não costumam ser levadas em conta pelas autoridades competentes.
Sabe-se que o alcance de um arremesso, ou de um salto a distância, é inversamente proporcional ao valor de “g”. A aceleração da gravidade “g” varia de um local para outro da Terra, dependendo da latitude e da altitude do local. Então, um atleta que arremessar um dardo, por exemplo, em uma cidade onde o valor de “g” é relativamente pequeno (grandes altitudes e pequenas latitudes) será beneficiado.
Quando um atleta arremessa um dardo, um peso, um disco ou mesmo seu próprio corpo (saltos em altura ou em distância, esses objetos descrevem praticamente trajetórias parabólicas, características do movimento de um projétil. O alcance que o atleta obtém em qualquer um desses lançamentos, é inversamente proporcional ao valor da aceleração da gravidade. Portanto, como era de esperar, em um local onde o valor de “g” é mais elevado, o alcance é menor e reciprocamente.
Por esta razão, um atleta que arremessar um dardo, por exemplo, em uma cidade onde o valor de “g” é relativamente "pequeno" (como na Cidade do México), será beneficiado. Cálculos cuidadosos mostram que as variações de “g” de um local para outro podem acarretar diferenças de até 3 cm no alcance de um arremesso de peso. Uma vez que as medições em competições esportivas internacionais são, atualmente, realizadas com baixa incerteza de medição, uma diferença como a citada pode levar um atleta a receber, injustamente, um título de recordista mundial. Embora as correções necessárias para evitar esse problema possam ser feitas com facilidade, ao que tudo indica elas não costumam ser levadas em conta pelas autoridades competentes.
sexta-feira, 18 de setembro de 2009
3 Dicas
NBR ISO/IEC 17025: Recomenda-se que o manual da qualidade do laboratório tenha a mesma estrutura da NBR ISO/IEC 17025, ou seja, que haja coincidência entre os itens do manual com os itens da norma. Por exemplo, deve haver um item 4.1 no manual que seja denominado de “organização” que corresponde ao item 4.1 “organização” da norma, e assim sucessivamente. Dessa forma fica fácil elaborar o manual, auditá-lo e revisá-lo periodicamente.
Confiabilidade Metrológica: Um dos fatores mais importantes para a confiabilidade dos resultados é a interpretação adequada dos certificados de calibração. Basicamente duas informações são importantes: os valores dos erros de medição ou tendência do instrumento de medição e a incerteza de medição da calibração declarada no certificado. A primeira é importante para a correção de erros e a segunda é fator fundamental para a avaliação da incerteza do resultado de medição.
Confiabilidade Metrológica: Os manuais dos fabricantes trazem informações úteis para a confiabilidade de resultados. É comum os manuais informarem o quanto o comportamento do instrumento de medição se altera com a temperatura ou com o tempo. Estas informações são fundamentais para correção de erros e para a avaliação da incerteza de medição do resultado.
Confiabilidade Metrológica: Um dos fatores mais importantes para a confiabilidade dos resultados é a interpretação adequada dos certificados de calibração. Basicamente duas informações são importantes: os valores dos erros de medição ou tendência do instrumento de medição e a incerteza de medição da calibração declarada no certificado. A primeira é importante para a correção de erros e a segunda é fator fundamental para a avaliação da incerteza do resultado de medição.
Confiabilidade Metrológica: Os manuais dos fabricantes trazem informações úteis para a confiabilidade de resultados. É comum os manuais informarem o quanto o comportamento do instrumento de medição se altera com a temperatura ou com o tempo. Estas informações são fundamentais para correção de erros e para a avaliação da incerteza de medição do resultado.
terça-feira, 1 de setembro de 2009
Semana da Qualidade e Metrologia em Processos e Medições Analíticas
Convido todos os associados do CLUBE DA METROLOGIA E QUALIDADE a participarem da Semana da Qualidade e Metrologia em Processos e Medições Analíticas, no periodo de 20 a 22/10/2009, em Campinas/SP.
Disponibilizamos somente 70 vagas no evento, onde serão abordados vários assuntos técnicos, tais como:
- Gestão da Qualidade Laboratorial segundo a NBR ISO/IEC 17025: uma necessidade para a competitividade no mercado nacional e internacional
- Rastreabilidade de medições para caracterização da cor de alimentos
- Importância da Metrologia nas Principais Normas de Certificação de Sistemas de Gestão de Alimentos (abordagem das normas ISO 22000, BRC - Global Standard for Food Safety, HACCP-Codex, e referência a outros esquemas de certificação.
- Calibração, verificação e ajuste: 3 operações fundamentais para a confiabilidade metrológica
- Qualidade da água utilizada em laboratórios analíticos e na indústria alimentícia: requisitos técnicos e legais, equipamentos para obtenção da água desejada
- Balanças e peso padrão: critérios técnicos para aquisição, utilização e manutenção
- ISO 11.133 - Controle da Qualidade de Meios de Cultura
- Boas práticas de utilização de vidrarias em laboratórios de ensaios químico e microbiológico.
- Qualidade de Reagentes Químicos: conceitos, características, manuseio e controle de qualidade
- Critérios técnicos de aceitação de instrumentos de medição e certificado de calibração
- Termômetros para uso em laboratórios de ensaio e indústria de alimentos: tipos, aplicações e critérios técnicos para correta aquisição, utilização e manutenção para a garantia da qualidade analítica.
- Métodos para ajustar a periodicidade de calibração
- Princípios de funcionamento e Controle de Qualidade dos medidores de pH e condutividade
No dia 20/10 teremos a palestra do sr. Gilberto Carlos Fidélis - moderador do Clube da Metrologia e Qualidade e Gerente de Capacitação da CECT, que estará abordando: "Calibração, verificação e ajuste: 3 operações fundamentais para a confiabilidade metrológica".
Disponibilizamos somente 70 vagas no evento, onde serão abordados vários assuntos técnicos, tais como:
- Gestão da Qualidade Laboratorial segundo a NBR ISO/IEC 17025: uma necessidade para a competitividade no mercado nacional e internacional
- Rastreabilidade de medições para caracterização da cor de alimentos
- Importância da Metrologia nas Principais Normas de Certificação de Sistemas de Gestão de Alimentos (abordagem das normas ISO 22000, BRC - Global Standard for Food Safety, HACCP-Codex, e referência a outros esquemas de certificação.
- Calibração, verificação e ajuste: 3 operações fundamentais para a confiabilidade metrológica
- Qualidade da água utilizada em laboratórios analíticos e na indústria alimentícia: requisitos técnicos e legais, equipamentos para obtenção da água desejada
- Balanças e peso padrão: critérios técnicos para aquisição, utilização e manutenção
- ISO 11.133 - Controle da Qualidade de Meios de Cultura
- Boas práticas de utilização de vidrarias em laboratórios de ensaios químico e microbiológico.
- Qualidade de Reagentes Químicos: conceitos, características, manuseio e controle de qualidade
- Critérios técnicos de aceitação de instrumentos de medição e certificado de calibração
- Termômetros para uso em laboratórios de ensaio e indústria de alimentos: tipos, aplicações e critérios técnicos para correta aquisição, utilização e manutenção para a garantia da qualidade analítica.
- Métodos para ajustar a periodicidade de calibração
- Princípios de funcionamento e Controle de Qualidade dos medidores de pH e condutividade
No dia 20/10 teremos a palestra do sr. Gilberto Carlos Fidélis - moderador do Clube da Metrologia e Qualidade e Gerente de Capacitação da CECT, que estará abordando: "Calibração, verificação e ajuste: 3 operações fundamentais para a confiabilidade metrológica".
domingo, 2 de agosto de 2009
Secretário geral da ISO visita o Brasil
Robert Steele, que assumiu o posto em janeiro, terá reuniões na ABNT, no Rio
de Janeiro e em São Paulo.
A elaboração de normas técnicas que contribuam para a sustentabilidade do
planeta está na pauta da visita do secretário geral da Organização
Internacional de Normalização (International Organization for
Standardization - ISO), Robert Steele, ao Brasil, na próxima semana. Ele
participará de reuniões na Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT)
no Rio de Janeiro e em São Paulo.
No dia 3 de agosto (segunda-feira), Steele será recebido às 9h. pelos
dirigentes da ABNT, no Rio de Janeiro (Avenida. Treze de Maio, 13, 28º
andar, Centro) e na sequência fará uma apresentação sobre a importância das
normas técnicas internacionais para a sustentabilidade em seus três
aspectos: econômico, social e ambiental. Em seguida haverá um debate com
representantes de entidades envolvidas no tema. Após o almoço ele visitará
as instalações do Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade
Industrial (Inmetro).
Já no dia 4 (terça-feira), a agenda do secretário geral da ISO prevê uma
visita à Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp). Depois ele
seguirá para a ABNT (Rua Minas Gerais, 190, Higienópolis), onde também
falará, às 14h30 horas, sobre normas internacionais e sustentabilidade.
A visita de Robert Steele faz parte de várias iniciativas da ABNT para
disseminar as normas técnicas. Convidado, o novo secretário geral da ISO
aceitou a oportunidade de conhecer de perto a realidade da normalização
técnica brasileira, incluindo contatos com organizações chave neste cenário,
caso do Inmetro e da Fiesp.
Robert Steele tem a responsabilidade de conduzir o planejamento estratégico
da ISO para 2011-2015 e deverá colher subsídios para isso durante as rodadas
de debates previstas em sua programação no Brasil.
A ISO - Líder em normalização técnica com relevância global, a ISO tem uma
coleção em torno de 18 mil normas internacionais e registra média de
produção de 100 normas novas ou revisadas por mês. Reúne como membros
organismos de normalização de 175 países - entre eles o Brasil, representado
pela ABNT - e colabora com mais de 700 organizações internacionais e
regionais.
A organização é sempre lembrada por sua série de normas ISO 9000, para
implementação de Sistemas de Gestão da Qualidade, que soma no Brasil. No
Brasil há cerca de 9.500 empresas certificadas. Em todo o mundo, relatório
referente ao ano de 2007 registra perto de um milhão de certificações. Mas
as preocupações da ISO, hoje, vão muito além, envolvendo temas de forte peso
socioeconômico, como fontes alternativas de energia, mudanças climáticas e
responsabilidade social.
Fonte: Revista Fator - Sao Paulo ,Brazil
de Janeiro e em São Paulo.
A elaboração de normas técnicas que contribuam para a sustentabilidade do
planeta está na pauta da visita do secretário geral da Organização
Internacional de Normalização (International Organization for
Standardization - ISO), Robert Steele, ao Brasil, na próxima semana. Ele
participará de reuniões na Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT)
no Rio de Janeiro e em São Paulo.
No dia 3 de agosto (segunda-feira), Steele será recebido às 9h. pelos
dirigentes da ABNT, no Rio de Janeiro (Avenida. Treze de Maio, 13, 28º
andar, Centro) e na sequência fará uma apresentação sobre a importância das
normas técnicas internacionais para a sustentabilidade em seus três
aspectos: econômico, social e ambiental. Em seguida haverá um debate com
representantes de entidades envolvidas no tema. Após o almoço ele visitará
as instalações do Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade
Industrial (Inmetro).
Já no dia 4 (terça-feira), a agenda do secretário geral da ISO prevê uma
visita à Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp). Depois ele
seguirá para a ABNT (Rua Minas Gerais, 190, Higienópolis), onde também
falará, às 14h30 horas, sobre normas internacionais e sustentabilidade.
A visita de Robert Steele faz parte de várias iniciativas da ABNT para
disseminar as normas técnicas. Convidado, o novo secretário geral da ISO
aceitou a oportunidade de conhecer de perto a realidade da normalização
técnica brasileira, incluindo contatos com organizações chave neste cenário,
caso do Inmetro e da Fiesp.
Robert Steele tem a responsabilidade de conduzir o planejamento estratégico
da ISO para 2011-2015 e deverá colher subsídios para isso durante as rodadas
de debates previstas em sua programação no Brasil.
A ISO - Líder em normalização técnica com relevância global, a ISO tem uma
coleção em torno de 18 mil normas internacionais e registra média de
produção de 100 normas novas ou revisadas por mês. Reúne como membros
organismos de normalização de 175 países - entre eles o Brasil, representado
pela ABNT - e colabora com mais de 700 organizações internacionais e
regionais.
A organização é sempre lembrada por sua série de normas ISO 9000, para
implementação de Sistemas de Gestão da Qualidade, que soma no Brasil. No
Brasil há cerca de 9.500 empresas certificadas. Em todo o mundo, relatório
referente ao ano de 2007 registra perto de um milhão de certificações. Mas
as preocupações da ISO, hoje, vão muito além, envolvendo temas de forte peso
socioeconômico, como fontes alternativas de energia, mudanças climáticas e
responsabilidade social.
Fonte: Revista Fator - Sao Paulo ,Brazil
sexta-feira, 17 de julho de 2009
ISO 9001 x ISO 17025
No dia 15 deste mês recebi um e-mail de uma pessoa comentando que a ISO 17025 era muito parecida com a ISO 9001. Veja abaixo o meu comentário a respeito:
A NBR ISO/IEC não é tão parecida com a
ISO 9001. Há muitos pontos em comum com relação aos requisitos da direção,
mas na parte de requistos técnicos há muitas diferenças.
Implantar a NBR ISO 17025 é um trabalho tão grande, ou até maior, do que
implantar a NBR ISO 9001.
A NBR ISO/IEC não é tão parecida com a
ISO 9001. Há muitos pontos em comum com relação aos requisitos da direção,
mas na parte de requistos técnicos há muitas diferenças.
Implantar a NBR ISO 17025 é um trabalho tão grande, ou até maior, do que
implantar a NBR ISO 9001.
terça-feira, 7 de julho de 2009
O erro de Medição e a Incerteza de Medição
A expressão do resultado de uma medição é incompleta a não ser que ela inclua uma declaração da incerteza associada.
A incerteza resultante de uma medição é um parâmetro que caracteriza o espalhamento dos valores que seriam razoavelmente atribuídos à medição. A incerteza estabelece a faixa de valores dentro da qual a medição é estimada ficar, com uma probabilidade de confiança (nível de confiança) estabelecido.
É essencial distinguir o termo erro (em um resultado da medição) do termo incerteza. Erro é a medição resultante menos o valor verdadeiro da quantidade medida. Quando possível, uma correção igual e de sinal oposto ao erro é aplicada ao resultado. Como o valor verdadeiro nunca é conhecido exatamente (pois se o fosse, não haveria necessidade de fazer uma medição), as correções são sempre aproximadas e permanece um erro residual. A incerteza neste erro residual contribui com a incerteza do resultado relatado.
A incerteza resultante de uma medição é um parâmetro que caracteriza o espalhamento dos valores que seriam razoavelmente atribuídos à medição. A incerteza estabelece a faixa de valores dentro da qual a medição é estimada ficar, com uma probabilidade de confiança (nível de confiança) estabelecido.
É essencial distinguir o termo erro (em um resultado da medição) do termo incerteza. Erro é a medição resultante menos o valor verdadeiro da quantidade medida. Quando possível, uma correção igual e de sinal oposto ao erro é aplicada ao resultado. Como o valor verdadeiro nunca é conhecido exatamente (pois se o fosse, não haveria necessidade de fazer uma medição), as correções são sempre aproximadas e permanece um erro residual. A incerteza neste erro residual contribui com a incerteza do resultado relatado.
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