segunda-feira, 8 de setembro de 2014
Resultados da Calibração
a) Para verificar que o instrumento de medição está em conformidade com uma norma, especificação legal ou tolerância definida para o produto a ser medido,
b) visando determinar dados e parâmetros para a operação de ajuste;
c) Levantamento detalhado da curva de erros e tabelas com valores da correção e sua incerteza, com o objetivo de corrigir tendências, visando assegurar resultados de medição confiáveis;
segunda-feira, 28 de julho de 2014
Mais sobre Calibração
domingo, 13 de julho de 2014
Curiosidade Metrológica
sábado, 14 de dezembro de 2013
Parabéns Inmetro pelos seus 40 anos
Com um grande desenvolvimento nos últimos anos, não podemos deixar de agradecer o empenho de todos os funcionários do Inmetro, que elevaram o Instituto ao posto de um dos mais respeitados do mundo.
Desejamos muito mais sucesso ao ainda jovem Inmetro.
terça-feira, 3 de dezembro de 2013
domingo, 24 de novembro de 2013
sábado, 9 de novembro de 2013
sábado, 28 de abril de 2012
Mais Sobre Incerteza de Medição
segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012
Resolução X Precisão
Não confunda resolução com precisão.A resolução é o menor valor que você pode medir com um instrumento de medição. Nos instrumentos digitais é a variação que ocorre no último dígito.
Exemplo, uma balança com resolução de 0,0001 g significa que podemos medir uma massa até a quarta casa da grama, ou seja 0,1 mg, e que é possível medir diferenças de massa até 0,1 mg. A precisão está relacionada com a dispersão dos resultados em torno de um valor médio e pode ser quantificada através do desvio padrão das medições.
Por exemplo, se com uma balança de resolução 0,01 g você medir uma mesma massa 3 vezes e obter os resultados 0,25 g, 0,23g e 0,27 g o desvio padrão será igual a ± 0,02 g e você poderá relatar que a precisão dessa medição foi, portanto, igual a ± 0,02 g. Mas se os resultados fossem 0,25 g, 0,24g e 0,26 g o desvio padrão seria igual a ± 0,01 g. Da mesma forma, você poderia afirmar que a precisão foi de ± 0,01 g.
A precisão não é sinônimo de incerteza de medição.
terça-feira, 22 de novembro de 2011
10 Normas para uma Ótima Medição
A Medição é uma operação simples, porém só poderá ser bem efetuada por aqueles que se preparam para tal fim.
O aprendizado de medição deverá ser acompanhado por um treinamento, quando o aluno será orientado segundo as “normas” gerais de medição, que citamos abaixo:
1 – Tranqüilidade por parte do operador
2 – Limpeza do ambiente do trabalho e do que será medido
3 – Cuidado na realização da medição, seguindo procedimento documentado de medição.
4 – Paciência, pois na grande maioria dos casos a medição é um trabalho que demanda tempo
5 - Senso de responsabilidade ou seja, não inventar resultados e estar comprometido com a verdade
6 – Sensibilidade para entender o processo de medição e buscar as principais fontes de erros e incertezas.
7 – Treinamento adequado, isto é, saber exatamente o que deve ser medido e como fazer a medição.
8 – Usar um instrumento de medição calibrado e adequado para a aplicação. A calibração não garante que o instrumento é adequado. Deve ser realizado uma análise dos erros e incertezas levantadas na calibração frente a tolerância do produto ou do processo a ser medido.
9 - Domínio sobre a operação e funcionamento do instrumento de medição, de forma a assegurar resultados confiáveis
10. Fazer uma última pergunta: Será que o resultado “espelha a realidade?” Ainda há algo a ser melhorado ou refeito?
quarta-feira, 16 de novembro de 2011
Programação de Cursos para o Segundo Semestre de 2011
segunda-feira, 29 de agosto de 2011
Como avaliar a incerteza de medição da combinação de massas
"Gilberto,
Por gentileza, estou com uma duvida quando estou calibrando uma balança e uso dois pesos ( padrão ) cada qual com uma incerteza no seu certificado de calibração Ex.
Peso padrão de 5 Kg com incerteza de 0,08g
Peso padrão de 10 Kg com incerteza de 0,15g
Quando estou emitindo o certificado de calibração da balança no momento do calculo que pede a incerteza do instrumento-padrão.
Eu vedo somar as incertezas ( 0,08 + 0,15 ) ?
Obrigado"
A resposta:
Prezado Carlos,
Você deve sim somar as incertezas, mas o procedimento é o seguinte:
1. Transformar as incertezas em incertezas padrão
Cada incerteza que foi relatada para as massas padrão deve ter um correspondente fator de abrangência "k", também informado no certificado.
Vamos supor que para a massa de 5 kg o valor de k é 2,15 e que para a massa de 10 kg seja k = 2,18.
Lembre-se que somente podemos somar incertezas quando elas estiverem na condição de incerteza padrão. Assim:
uc = incerteza padrão combinada da soma das massas = (0,08/2,15) + (0,15/2,18) = 0,11 g
Lembre-se que esta incerteza emgloba apenas 68% dos possíveis resultados, por isso é chamada de incerteza "padrão" combinada.
A soma de incertezas de massas padrão deve ser sempre feita de forma linear, ou seja, soma direta e não soma quadrática como exigido pela OIML-Organização Internacionalde Metrologia Legal, na recomendação técnica R111.
2. Você precisa determinar o número de graus de liberdade dessa combinação pela equação de Welch-Satterwaite.
3. Não se esqueça de somar as massas para obter a massa resultante levando em consideração o valor "convencional da massa" informado no certificado de cada massa padrão.
domingo, 21 de agosto de 2011
Um pouco da História da Qualidade
Durante a II Guerra Mundial (dezembro de 1940) o Departamento de Guerra dos Estados Unidos da América formou um comitê para sugerir padrões de qualidade em diversas áreas. À mesma época o Departamento de Material Bélico do Exército estava tendo problemas em conseguir grandes quantidades de armamento e munição dos vários fornecedores, com níveis de Qualidade aceitáveis. Surgiu, então a necessidade de se criar um sistema de procedimentos de amostragem para aceitação de lotes fabricados, que seriam aplicados pelos inspetores do governo. Criou-se uma seção de controle da qualidade no Departamento de Guerra, tendo como maioria de seus membros os estatísticos da Bell Laboratories.
Esse grupo criou um conjunto de tabelas de amostragem baseadas no conceito de Níveis de Qualidade Aceitáveis (NQA) para o produto, ou seja, a “pior” qualidade que um fornecedor poderia manter num determinado período e, mesmo assim, ser considerado satisfatório.
Em 1947, William Edwards Deming, antes designado como consultor técnico do Serviço de Material Bélico do Exército, foi recrutado pelo Gen. Mac Arthur para prestar colaboração às forças americanas de ocupação no Japão, procurando preparar o país para o censo de 1951. A estada de Deming no Japão favoreceu a que ele proferisse um série de palestras para os líderes da indústria japonesa, revolucionando os conceitos da qualidade no processo de produção. A absorção dos conceitos pelos japoneses, levou o Japão à liderança, em apenas 25 anos, na gestão das empresas no mundo. O reconhecimento ao trabalho pioneiro de Deming foi a criação do Prêmio Deming da Qualidade e Produtividade (1951) naquele país.
sexta-feira, 3 de junho de 2011
Critério de Aceitação de Certificados de Calibração
Recomenda-se que, na ausência de outra especificação (imposta por documento normativo,
regulamento, etc), seja usado o seguinte critério de aceitação da calibração:
· a soma do módulo do erro da medição com o módulo da incerteza associada seja
inferior ou igual ao Erro máximo Admissível (EMA) para o equipamento, isto é,
| erro | + | incerteza | <= | EMA |.
segunda-feira, 7 de março de 2011
Estatística e a Metrologia
quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011
A origem da Distribuição "t" de Student
Esses resultados foram publicados em 1908 na revista Biometrika, sob o pseudônimo de Student, dando origem a uma nova e importante fase dos estudos estatísticos. Gosset usava o pseudônimo de Student, pois a Cervejaria Guiness não desejava revelar aos concorrentes os métodos estatísticos que estava empregando no controle de qualidade da cerveja.
quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011
O uso do Sol para Medir o Tempo
quarta-feira, 26 de janeiro de 2011
A Escala de Temperatura Kelvin
Nessa temperatura o movimento dos elétrons em um átomo pára completamente. Até o momento cientistas afirmam que não há nada no universo que chegue a atingir a temperatura absoluta de zero K.
quinta-feira, 20 de janeiro de 2011
A influência da Temperatura nas Medições
Sempre foi evidenciado que a temperatura é o inimigo maior do metrologista, pois geralmente atua no sentido de prejudicar ou invalidar os resultados obtidos.
Mais importante do que medir é planejar a medição detalhadamente. Outros cuidados são necessários para a redução de erros durante a medição a fim de garantir resultados confiáveis.
A temperatura pode provocar dois efeitos. O efeito sistemático, um erro de medição, cujo valor podemos corrigir matematicamente da indicação do instrumento de medição. O segundo, denominado aleatório, é a componente de incerteza de medição devido à influência da temperatura.
A maioria dos instrumentos de medição são sensíveis às alterações nas condições ambientais, principalmente à temperatura. Se você observar o manual de um instrumento de medição, na seção especificação ou dados técnicos, conseguirá a informação de como se comporta este instrumento se a temperatura mudar durante o seu uso. Os fabricantes analisam o comportamento dos instrumentos realizando calibrações em diferentes temperaturas. No final deste estudo é determinado um “coeficiente de temperatura” muitas vezes denominado “temperature drift”.
No manual de uma balança, se você encontrar um coeficiente de temperatura igual a ± 2 ppm/°C implica que a indicação se altera em 2 vezes o valor da indicação, dividido por um milhão (que é o ppm = partes por milhão) a cada grau Celsius de variação de temperatura no ambiente. Note que neste exemplo não aparece o termo “indicação” no próprio coeficiente, mas é necessário multiplicar por este valor para encontramos o erro, devido ao efeito da temperatura, em unidade de massa.
terça-feira, 11 de janeiro de 2011
Auditoria Interna de Serviço Realizado em Campo
Realizar serviços em campo é na maioria das vezes diferente de se realizar o serviço de calibração ou ensaio dentro do próprio laboratório. As principais são:
- o ambiente de trabalho: Nem sempre temos nas instalações do cliente um ambiente organizado e climatizado, limpo, sem vibrações e tensão elétrica estabilizada, por exemplo. Estes são fatores que sempre influenciam na qualidade dos resultados.
- Interesses comercias dos clientes: muitas e muitas vezes fiz serviços em campo e em algumas delas o cliente, contratante do serviço, costumava acompanhar de perto o trabalho preocupado se o resultado da calibração seria "bom" para ele ou não. Saber "segurar" a vontade louca dessas pessoas em nos influenciar para darmos um jeitinho no resultado é muito importante.
O que o auditor quer é que seja evidenciado nos serviços em campo que o serviço realizado não é influenciado pelos aspectos comentados acima e por outros que você eventualmente possa complementar.
Quais as evidências que você pode apresentar que a auditoria interna em campo foi realizada?
a) A auditoria de serviços em campo deve estar contemplada no plano de auditoria.
b) Incluir no relatório de auditoria interna dados que evidenciem a realização da auditoria: Local, serviços auditados, pessoas que representavam a empresa, com assinatura, documentos analisados (quando cabível), citar os registros dos serviços executados, e se houverem as não conformidades, o relato destas.
Não esqueça de realizar nas próximas auditorias, aquelas em campo.
Grande abraço,
Gilberto Carlos Fidélis
CECT
48 9977 2827
48 3234 3920